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O golfista prepara a sua tacada.

Olha fixamente para a bola, concentra-se, com um golpe poderoso arremessa a bolinha no outro lado do campo próximo ao buraco onde consolidara a sua jogada.

No jogo de beisebol o arremessador lança a bola e o rebatedor com um golpe sensacional, manda-a para o outro lado do campo fazendo vibrar a torcida. Nesses dois esportes tanto o golfista, como o rebatedor no beisebol fazem uso do quadril para marcar seus pontos. Toda a sua força e sua técnica está praticamente centrada nesse "balanço".

No karatê não é diferente nas técnicas de (kime-waza), a combinação dos movimentos da parte superior com a inferior formada pelo quadris em um giro que arremessa o braço ou a perna com força em direção ao adversário que sentirá o impacto e ficará admirado com a potência daquele golpe fulminante.

No karatê, todas as técnicas são feitas a partir dos quadris; bloqueios, socos e chutes não seriam certeiros e decisivos se não se fizer o uso da rotatividade dos quadris.

Os movimentos devem ser rápidos como se uma mola que estivesse comprimida de repente se soltasse projetando o braço ou a perna em direção ao adversário.

Quanto mais rápido o giro dos quadris mais poderoso e veloz será o golpe.

Quando se bloqueia a "mola" esta comprimida ou seja, em uma posição semi-voltada para frente, bloquear é como torcer a mola e um soco neste caso é como soltar a mola.

Ex.: recuo de braço (hiki-te) - giro dos quadris (bloqueio) - rotação inversa dos quadris - soco.

Karatê Unaí

www.karateunai.cjb.net

karateunai@bol.com.br